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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

BULLYING, Uma Brincadeira que não tem graça

O presente trabalho é um Artigo feito para abordar o tema Bullyng , tema esse que a cada dia vem se tornando pratica comum dentro das escolas e até mesmo fora delas, pois essa prática não se resume apenas entre alunos e sala de aula mas também pela internet, no trabalho.
Ao falar sobre o assunto foi possível verificar que muitas pessoas sofrem por causa de um ato tão grotesco.

A seguir ofereço à você leitor que tem curiosidade de saber um pouco mais sobre o assunto e áqueles que assim como eu, tenha que fazer algum trabalho ou mesmo um artigo como este. Desde já agradeço à todos pela a atenção e fiquem a vontade para fazer qualquer comentário. 


BULLYING, UMA BRINCADEIRA QUE NÃO TEM GRAÇA



SILVA,Andréia



RESUMO


O objetivo deste trabalho é explanar informações sobre o BULLYING , algo que ainda não é tão conhecido na sociedade mas que tem prejudicado muitos alunos por causa do ato da violência. O BULLYING, nome de origem inglesa e quer dizer basicamente atormentar, perseguir, no dito mais popular entre alunos “zoar”. Refere-se à atos de violência física e psicológica.



INTRODUÇÃO



Especialistas no assunto dizem que ainda não existem pessoas totalmente capacidades a lidar com o problema. Apesar da questão ainda ser algo que as pessoas não sabem como lidar,talvez por não terem um preparo adequado, existem formas de prevenir a prática por meio de estímulos voltados a atividades extras que poderão fazer com que esse ato não se dissemine.
Mostraremos o que é essa prática e suas características e principalmente o as autoridades competentes poderá fazer em relação a este assunto. Mostrar que os pais e os educadores tem muito a fazer para a prevenção do problema.

PALAVRAS-CHAVES: Prevenção. Bullying, violência.




A escola é um ponto de referência, lugar de fazer amigos, crescer juntos. Lugar onde podemos conversar, brincar, jogar, cenas assim parecem apenas jovens em intervalo nas escolas. Mas muitas vezes não é o que parecem, no mundo inteiro pais, educadores médicos e psicólogos, estão preocupados com o comportamento ( violência ) entre adolescentes.
Além de agressões físicas, surge no meio educacional uma pratica mais sutil e cruel, especialistas chamam esta prática de BULLYING, palavra em inglês que quer dizer atormentar, perseguir, humilhar ou como os próprios alunos denominam com ZOAÇÃO.
Devido a grande repercussão sobre o assunto em questão, várias reportagens, estudo foram voltados para ele. Em depoimentos de alunos, a maioria falaram que a prática começa com apelidos de mal gosto e isso implica numa marcação em cima daquele aluno. De acordo com a Revista Veja de maio/2007, uma pesquisa feita em escolas levou a ABRAPIA - Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência , a descobrir que o padrão brasileiro não diferem do europeu e americano, seguindo a pesquisa o que mais magoa o adolescente é ser motivo de chacota dos colegas principalmente nas escolas onde o lugar mais importante é ser aceito pelo grupo e muitas delas a margem do aprendizado e da amizade ficam prejudicados devido as agressões se tornarem prática frequêntes. Nesta mesma pesquisa, indicou que 40% dos alunos já foram autores e vítimas de agressões, 28% declararam ser vítima de colegas e o local onde mais acontecem as agressões 59% dos casos é a sala de aula.
Os alunos da 5ª e 6ª série no início da adolescência são as maiores vítimas. O agredido pode ter consequências muito graves, principalmente se ele não for ouvido, poder contar o que esta sofrendo, para que alguma providência seja tomada, elas recorrem aos pais. Muitas vezes os pais e educadores só se dão conta do que esta acontecendo, quando a agressão verbal passa para agressão física, muitas dessas vítimas não conseguem contar para ninguém o que esta ocorrendo. Um fato que ocorrido em Minas Gerais, que retrata muito bem o que foi mencionado anteriormente, exibido por uma emissora de televisão, relatou o caso de uma garota de 12 anos que estava sendo agredida diariamente, até então verbalmente, mas em determinada circunstância esta menina passou a ser agredida fisicamente, ela foi espancada na hora do intervalo da aula. Os pais da adolescente procuram a direção da escola para investigar o problema, mas a garota não quis mais voltar as aulas.
O agressor tem de a ser um agressor futuro, porque ele percebe que é “bem”
visto pela turma como sendo o mais forte ou o mais poderoso por outros que se intimidam e se tornam testemunhas, por não conseguir fazer nada. O agressor faz isso na sua vida social.
Podemos lembrar que esse tipo de atitude não ocorrem apenas em lugares onde há pessoas de baixa renda, em Brasília por exemplo há gangns constituídas por jovens de classes média e alta, entre 16 e 19 anos, sem qualquer limite repetem na sociedade o comportamento agressor, esses jovens vão para as ruas para pichar, brigar, querem dominar os outros pelo medo. Para explicar o ato, um dos entrevistados disse que “as pessoas olham com um olhar de superioridade, você é superior , você quebra todo mundo” e automaticamente o agressor é respeitado pelas pessoas.


CARACTERÍSTICAS DO BULLYING

Segundo o cientista sueco Dan Olweus define bullying em três termos essenciais:
1.O comportamento é agressivo e negativo;
2.O comportamento é executado repetidamente;
3.O comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

Assim como o Bullying tem suas característica também possui categorias e divide- se em duas: O Bullying Direto que esta relacionado a agressores do sexo masculino já o Indireto é caracterizado pelo isolamento social em que se encontra a vitima, as quais na maioria são do sexo feminino ou crianças. Esse isolamento possui vários aspectos podemos incluir neste contexto os seguintes:
espalhar comentários;
recusa em se socializar com a vítima
intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima
criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).



BULLYING, BRINCADEIRA QUE NÃO TEM GRAÇA. COMO A FAMÍLIA PODE AJUDAR?


Sabemos que hoje em dia os pais estão mais ausentes dos filhos, infelizmente isso implica numa mudança de comportamento das crianças e adolescentes, eles se acham mais liberais e com isso levando-os a práticas desagradáveis.
Mas a presença do pai e da mãe é insubstituível e necessária para a formação de bons indivíduos. É importante que os pais dialoguem com seus filhos, de forma que possam orienta-los e participar mais de sua vida escolar, pois a educação não cabe apenas ao professor e a escola. É necessário observar as atitudes inadequadas, ensinando o respeito pelo próximo e as diferenças.
Além de tudo que foi falado, é principalmente importante também saber ouvir, sem criticar sem julgar, para que a criança se sinta a vontade para dialogar com seus pais em qualquer circunstancia. Entretanto, não podemos apenas observar as atitudes agressivas mas também observar a timidez ou o seu jeito mais gozador, pois ambos estão relacionado no mesmo contexto e precisam de ajuda e acompanhamento.



PAPEL DA ESCOL, A ESCOLA TAMBÉM PODE AJUDAR.


É importante que as escolas invistam na prevenção, antes de tudo, reforçando toda a equipe, colocando pessoas capacitadas e que tenha compromisso com a escola.

Atividades extra diariamente também poderá ajudar muito no desenvolvimento dos alunos, colocando temas que possam ser discutidos entre a turma e a família.
Somente com o fortalecimento da relação PAIS, ALUNOS E ESCOLAS, cada qual com o seu dever, haverá resultados satisfatórios. Fazer debates com os alunos sobre o assunto e principalmente a coordenação da escola estimular a discussão sobre o assunto ao corpo docente. Para que todos possam dar idéias, colocar atividades que irão trabalhar a emoção e afetividade , esse tipo de atividade poderá coibir essa prática e consequêntemente haverá respeito e tolerância.





PREVENÇÃO


Dois caminhos são importantes para que se inicie a prevenção, a primeira refere-se a área da educação, que através dos educadores poderá levar aos alunos o assunto e trabalhar de forma que haja um com desempenho o outro caminho a seguir e com relação a família, basicamente os pais, impondo limites por meio de diálogo e exemplos.
Qualquer que seja o tipo de prevenção será válido para proteger quem sofre esta prática, que tem atingido tantas pessoas de forma tão cruel. É importante que a sociedade também tenha conhecimento sobre o assunto, por mais que seja algo que ainda é falado tão pouco no nosso meio.





CONCLUSÃO



O assunto sobre o BULLYING, ainda não é muito conhecido na sociedade,especialistas na área da educação e psicológicos tem estudo sobre esta pratica que cada vez mais se tona frequente entre alunos. Prática essa, que tem levado alunos/vítimas a não comparecer mais em sala por causa do medo. consequentemente isso torna a aprendizagem cada vez mais prejudicada.
São pessoas que teriam a escola como ponto de referencia e que agora por meio da violência não sabem mais como lidar com a situação, muitos se escondem através do medo e não conseguem passar o a quem poderia resolver a situação ou até mesmo a prevenção desse ato cruel, deixando pais e educadores preocupados com o constante crescimento nas escolas.











REFERÊNCIAS


http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
http://www.cdipr.org.br/cartilha/capitulos_2008/bullying.pdf
www.observatoriodainfancia.com.br






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